A música cumpre a Lei do Três, o famoso Triamasikamno.
Harmonia, Melodia e Ritmo. Estes são os princípios da música do cosmos que nos poderia levar a reflexionar sobre o exposto por Pitágoras e sua “Música das Esferas”.
A Melodia, é a parte feminina do Todo musical. É a sucessão de notas musicais para formar uma peça, canção, etc... No “Heavy Metal” e “Hard Rock” se utilizam melodias muito residuais, tratadas com distorção, cujas ondas são muito prejudiciais para as ondas Alfa do cérebro, que são as que nos induzem ao relaxamento. A Harmonia, seria o suporte masculino que faz ressaltar a parte da melodia. Porém, nos encontramos que se utilizam os pedais de efeitos eletrônicos para trocar o timbre do instrumento, de uma maneira destrutiva, selvagem, com alto poder dissociador de idéias, o qual cria confusão mental. Os instrumentos eletrônicos são mal utilizados porque se toca desde um estado caótico a composição musical.
Por fim, nos encontramos com a parte mais destacada do rock: o Ritmo. O mesmo ritmo que levamos na sociedade será o que produzirá os jovens conjuntos da “New Wave” ou Nova Onda. O caos e o ritmo, se misturam produzindo fusões de grandes poderes hipnóticos, que nos recordam as músicas tribais de algumas gentes da África, com grande efeito fisiológico.
A percussão, tem se convertido no elemento fundamental, insubstituível, ainda que intente impor a “caixa de ritmos” ou a “bateria eletrônica”. O ritmo de Rock’n’Roll, a maioria das vezes, é um direto desafio de resistência, não só para o dance, sim também para quem o executa. O ritmo junto com a melodia, trabalha nesta música, o que se denomina contratempo, ou seja, notas que se dão na parte débil do compasso e que vão precedidas de silêncio. Temos podido comprovar que isto produz uma respiração alterada, entrecortada, que será o causador de tensões musculares, e famoso estresse. Outra parte desta música a constitui a Sincopa, provenientes das antigas fontes de Jazz. São notas que fazem perder o centro de gravidade rítmico, criando um clima de insegurança psicológica. Recordemos a palavra Sincope; o que nos recorda? Isto no extremo, é o que pode chegar a produzir este ritmo em algumas pessoas sensíveis, quebrando os ritmos naturais do coração. Mais adiante falaremos da influência dos acordes dissonantes sobre o organismo e outros detalhes.
Não queremos criar nenhum tipo de leis, sim que convidamos a cada um que o experimente pessoalmente. Porém, todos esses argumentos nos levam à síntese que não somente pode danificar psicologicamente, e sim também fisiologicamente. Os fatos são os que têm que falar e falam por si mesmos.
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